Jojo Moyes e “A Última Carta de Amor“, seus romances que comovem até os corações mais duros!
Pois é, hoje a resenha será de mais um livro da atual queridinha das prateleiras de romance.

O nome do livro já me despertou a vontade imensa de ler, pois me lembrei das épocas de cartas de amor que escrevia e recebia quando criança (rs). Tudo que remete ao passado nos inspira não é mesmo? Ainda mais quando o assunto é romance.

O livro foi lançado pela Editora Intrínseca e é uma história dividida em duas épocas diferentes…. No ano de 1960, mas antes a obra se inicia nos tempos atuais, com uma personagem de personalidade forte, bom, na frente de seus amigos ela tentava transparecer isso. Mas dentro dela, um segredo que apenas íntimos sabiam a corroía e fragilizava, quebrando toda aquela máscara de mulher firme e independente.

Essa personagem que vocês vão conhecer se chama Ellie Harworth, o segredo dela? Prefiro e gosto nas resenhas de deixá-los curiosos, para não estragar as surpresas e envolvimento que terão com o livro. Voltando à personagem, ela é uma jornalista super comprometida com o trabalho. E é com essa profissão que daremos início a obra de Jojo, onde tudo começa.

Ellie é encaminhada por sua chefe para que faça uma matéria sobre como era o comportamento das mulheres há 40 e 50 anos atrás e as compará-las com as mulheres de hoje. Sendo assim, Ellie começa suas pesquisas e entre toda a papelada surge uma carta de amor, assinado como B. Uma antiga carta de amor. E aí vamos nós, voltando no tempo…. Em 1960, e devo assumir que adoro voltar no tempo e aos antigos costumes.

Vocês vão conhecer uma segunda protagonista chamada Jennifer, a misteriosa Jennifer. Por que misteriosa? A personagem simplesmente acorda atordoada numa cama de hospital após sofrer um acidente, perdida dentro dela mesma, sem se lembrar de nada. E aí começa toda a trajetória em torno da personagem, que procura se redescobrir, tendo a ajuda de sua família, amigos e marido.

Mas o que ronda Jennifer nos intriga durante a leitura, apesar de tudo que lhe atualizam, ela se sente incompleta. Como se faltasse algo, isso me atormentou durante a leitura, rasguei o livro com os olhos até descobrir o que diabos havia acontecido.

E puf. Descobri. Jennifer encontra cartas, escritas por ela para um destinário chamado B.
As cartas de B. me fascinaram, as palavras daquele homem vão cativar você, vai querer junto à personagem descobrir quem é ele, onde ele está e se finalmente ficariam juntos. Realmente “A Última Carta de Amor” vai prender você, mas será só isso, pois as lágrimas, desespero, angústias, sorrisos e borboletas no estomago não serão fáceis de controlar.

Sendo assim, no final, vão entender a ‘’conexão’’ das duas personagens protagonistas e perceber os avanços e barreiras que as mulheres passaram e derrubaram durante esse tempo.

E por fim finalizo aqui Pipoqueiros, espero que a leitura de vocês seja envolvente tanto quanto a minha foi! Não deixem de comentar a experiência de vocês e que o livro nos inspire aos velhos costumes, afinal, quem não gosta de receber uma cartinha não é mesmo? Rs. Até mais!