The Legend of Zelda é uma das séries mais aclamadas da Nintendo, que recebeu grandes títulos para os videogames de mesa da empresa e também para os portáteis. Com o lançamento de The Legend of Zelda: Majora’s Mask 3D para o Nintendo 3DS, essa linha de games está ainda mais forte do que nunca. Veja todos os capítulos de The Legend of Zelda para portáteis:

The Legend of Zelda: Link’s Awakening (1993 – GameBoy)

O primeiro The Legend of Zelda a ser lançado para um portátil foi Link’s Awakening, seguindo o estilo do terceiro jogo da série, The Legend of Zelda: A Link to the Past. O título conseguiu transpor o conteúdo da franquia de maneira maestral, rapidamente se tornando um clássico do portátil. Em 1998, com o lançamento do GameBoy Color, foi lançada uma versão chamada Link’s Awakening DX em cores.

The Legend of Zelda: Oracle of Ages (2001 – GameBoy Color)

A série Oracle de jogos foi desenvolvida pela Capcom, produtora de títulos como Mega Man e Resident Evil. Ela deveria ser uma trilogia que interagisse entre si, mas acabou reduzida a apenas dois jogos lançados simultaneamente. Oracle of Ages utiliza um sistema de viagem no tempo semelhante ao de Ocarina of Time, do Nintendo 64, em que você pode voltar antes de certos eventos acontecerem ou avançar até que uma semente se torne uma árvore.

The Legend of Zelda: Oracle of Seasons (2001 – GameBoy Color)

A versão Oracle of Seasons é um pouco mais complicada que Ages, talvez por causa da mecânica mais complexa. O poder principal de Link é mudar as estações do ano, as quais, por sua vez, fazem o mundo a sua volta mudar também. Rios congelam, cipós surgem, plantas crescem e assim por diante. Porém, nem sempre é fácil imaginar o que fazer em seguida para progredir.

The Legend of Zelda: A Link to the Past + Four Swords (2002 – GameBoy Advance)

O clássico The Legend of Zelda: A Link to the Past do Super Nintendo foi convertido perfeitamente para o GameBoy Advance utilizando o poder extra do novo portátil. Algumas pequenas adições foram feitas ao jogo, como vozes tiradas direto de The Legend of Zelda: Ocarina of Time. Porém, o maior destaque ficou por conta do minigame multiplayer The Legend of Zelda: Four Swords, o qual permitia que quatro pessoas enfrentassem inimigos e resolvessem quebra-cabeças em conjunto.

The Legend of Zelda: The Minish Cap (2004 – GameBoy Advance)

Com o ótimo trabalho da Capcom com a série Oracle, a empresa assumiu um projeto ainda maior, um Zelda completamente novo: The Minish Cap. Na época, ele era um dos capítulos mais antigos na cronologia da franquia, trazendo muitas novidades, como um chapéu mágico que permitia Link diminuir de tamanho e conhecer criaturas diminutas, os Minish.

The Legend of Zelda – Classic NES Series (2004 – GameBoy Advance)

A Classic NES Series foi uma edição comemorativa de 20 anos do Nintendo 8 Bits no formato de cartuchos para o GameBoy Advance com jogos clássicos do videogame. The Legend of Zelda e sua sequência, The Legend of Zelda 2: Adventure of Link, foram lançados como parte dessa coletânea apenas como conversões diretas e sem melhorias.

The Legend of Zelda: Phantom Hourglass (2007 – Nintendo DS)

A inovação do Nintendo DS pedia por um novo tipo de jogabilidade para a série e a Nintendo foi ousada com The Legend of Zelda: Phantom Hourglass, sequência direta de The Legend of Zelda: The Wind Waker. O jogo é todo controlado pela tela de toque, até mesmo os movimentos e ataques, sem nunca usar os botões. Isso possibilitou muitos usos criativos do visor, deixando o jogo com uma personalidade única.

The Legend of Zelda: Spirit Tracks (2009 – Nintendo DS)

Seguindo os moldes de Phantom Hourglass, tivemos Spirit Tracks, um jogo que, apesar de usar o mesmo estilo gráfico do anterior, se passa em uma história completamente independente. Uma das novidades é que pela primeira vez a Princesa Zelda teve um papel ativo na jogabilidade, ajudando Link como uma espécie de fantasma que o acompanhava.

The Legend of Zelda: Ocarina of Time 3D (Nintendo 3DS)

De todos os capítulos principais da série, The Legend of Zelda: Ocarina of Time para o Nintendo 64 foi o mais famoso deles, muitas vezes relembrado como o melhor jogo de todos os tempos. Mais de uma década depois, ele recebeu um remake para o Nintendo 3DS que manteve todo o seu charme. Apesar de melhorar os gráficos, quase não houve conteúdo adicionado na nova versão.

The Legend of Zelda: A Link Between Worlds (2013 – Nintendo 3DS)

Curiosamente, depois de Ocarina of Time 3D trazer um mundo totalmente em 3D para o portátil, A Link Between Worlds retornou para o estilo de visão aérea, revisitando o mundo de The Legend of Zelda: A Link to the Past. Apesar das familiaridades, o jogo inovou em vários pontos, como um sistema de aluguel de itens, quebra da linearidade da aventura e o resgate de elementos clássicos, como o combate desafiador.

The Legend of Zelda: Majora’s Mask 3D (2015 – Nintendo 3DS)

O mais recente The Legend of Zelda para portáteis é o remake de Majora’s Mask, que vem para atender incontáveis pedidos de fãs que desejavam ver o título do Nintendo 64 refeito. Majora’s Mask tem muito mais espaço para receber melhorias, ganhando uma série de novidades que devem deixar o título mais intuitivo, sem perder toda a parte sombria do hostil mundo de Termina. O jogador pode se preparar para encarar novamente o suspense do fim do mundo em 3 dias e o desafio de reunir máscaras com os mais diversos poderes.

Fonte: TechTudo