Oi oi, pipocas!
Hoje vamos fugir um pouco da nossa caixinha e falar sobre um assunto que assusta e muito: filhos.
Não é porque somos nerds que não podemos ter filhos, né? Quer coisa melhor que passar a nerdice adiante?

Pra ajudar mães e pais nerds como eu, vamos falar de um livro bem bacana, lançado pela nossa parceira, editora Hyria. O livro se chama Como criar filhos sem medos, da autora Maria Cristina Martins Alvarenga. Desenvolvido com um foco na saúde e vacinação dos pequenos.

Queria muito ter lido esse livro antes, quando a minha mini nerd estava na fase mais crítica da vacinação. Você que é pai ou mãe vai saber do que tô falando… aquele martírio de levar uma criança para vacinar e ficar arrancando os cabelos com cada choro e esperneio. Quem nunca?

Vacinação se tornou um castigo, uma coisa a se usar de moeda de troca. Alguém lembra da frase: se não se importar, vou te levar pra tomar injeção! É clássica. E precisamos parar de levar isso adiante. Vacinação é saúde e garantia de uma geração futura livre de tantas coisas que as gerações antigas passaram. Muito mais que proteger nossos filhos, a ideia é proteger toda uma geração de crianças que vão transformar esse mundo caos que a gente vive.

Um livro sem muitos rodeios, direcionado a quem tem dúvidas e extremamente didático. O livro descreve situações pontuais, como medo da vacinação, reações adversas, como lidar, como tratar. Muito bem feito e escrito. Além disso, desfaz alguns mitos e dúvidas e fala sobre algumas polêmicas.

Tem também várias informações técnicas para te ensinar para que serve cada vacina e suas especificações. Achei muito válido para profissionais da área e interessados no assunto, já até passei adiante para instruir alguns amigos.

Mesmo que se trate de um livro não ficcional, como o comum por aqui, se você é mãe ou pai ou se está estudando ou é da área da saúde, leia Como criar filhos sem medos. Além de simples, o livro fé uma ferramenta maravilhosa de conhecimento.

Aos desesperados de plantão, um aviso: o escândalo sempre é muito maior do que a dor. É melhor prevenir do que remediar, certo? E se quiser gritar, grite. Ninguém é obrigado a tomar injeção sorrindo, né não?

Seguimos por aqui.
Até a próxima.