Francamente (não podia perder o trocadilho), quem não ama um garoto de banda, tatuado e gentil? Aquele tipo que te joga na parede mas te abraça quando você precisa chorar? Atire a primeira pedra quem nunca gamou num desse, né?

Kim Holden já tinha me conquistado com Raio de Sol. Quem leu sabe do que to falando. Se você ainda não leu, vá. Agora. Seja épico e faça épico. Logo depois veio Gus e agora a autora chega com esse lacrador livro do nosso baterista preferido. QUE TIRO FOI ESSE?

Capa do livro

Franco é aquele bom rapaz. Faz sucesso, conseguiu trabalhar com o que ama,  tem uma família querida e amigos pra vida toda. Além disso tudo, temos um conjunto de tanquinho e tatuagens. Amamos o rapaz logo de cara.

Nesse livro, ele conhece a Gemma,  uma arquiteta bem sucedida (finalmente uma mocinha do poder) e bem resolvida. Ela tem umas coisas pra resolver ja vida mas quem não tem, né?
Gemma está na cidade por mais alguns dias, assim como Franco. Mesmo com pouco tempo eles decidem se conhecer e formam um rolo daqueles gostosos. Depois da distância, a internet ajuda na amizade e conversam todos os dias para amenizar a saudade.

O que acontece é que a saudade é maior que a distância e daí o livro desenrola. Franco quer dar algo que Gemma quer muito e que não vou contar aqui pra não estragar nossa resenha…

Será que eles vão conseguir lidar com o sentimento que surge na amizade?

Franco é um livro bonito e leve. Daquele que se lê numa tarde. Me peguei sorrindo e até chorando. Me peguei torcendo por esse romance. Adorei as lembranças dos outros livros e a fofura do Gus.

Uma das coisas mais legais é a aparição de um personagem de outro livro de outra autora. Eu fiquei maravilhada nessa parte. Ainda mais que super AMO a autora em questão.

Para fazer sua vida feliz, leia Raio de Sol. Leia Gus. E leia Franco. Você vai amar tanto quanto eu e torcer junto. É aquele romance clichê e bobo mas que no fim do dia, te deixa com um sorriso no rosto.

Kim Ainda tem o talento de mostrar que a vida tem partes feias. Mas como diz uma grande autora, precisamos das partes feias da vida para saber reconhecer as bonitas, não é mesmo?

Boa leitura.