Algumas vezes acontece de ser lançado um filme e todos começam a comentar que é bom e você descobre que o filme foi inspirado em um livro e que você nem sabia disso. Eis que se instaura uma celeuma na sua vida com O lado bom da Vida.

Que fazer? Comprar o livro e ler primeiro ou ver logo o filme? E a máxima de que os livros são sempre melhores que os filmes? E seu tempo que é curto e não vai dar tempo de ler o livro até o filme deixar de ser exibido no cinema?
Então… tudo isso aconteceu quando foi lançado o filme “O lado bom da Vida” em 2013. O resultado foi que assisti ao filme antes de ler o livro e até gostei do filme.


O tempo passou, outras leituras foram priorizadas e somente agora em 2016, eu fui ler o livro.
A Editora Intrínseca aproveitou o embalo da estreia do filme e lançou o livro em 2013. O filme foi estrelado com os lindos atores Jennifer Lawrence e Bradley Cooper.

O livro conta a história de Pat Peoples que é um cara de 30 anos e ex professor de História. Ele era casado, trabalhava e teve que ser internado em uma clínica psiquiátrica. O pobre coitado perdeu a mulher e o emprego.

Pat não sabe que ficou alguns bons anos internado, pois para ele sua internação durou apenas alguns meses. Ele não tem muitas memórias desse tempo internado, nem sabe por que foi internado. O que ele lembra com muita precisão, é que sua amada esposa Nikki quis que ficassem um “tempo separado”.

O enredo da história começa de fato, quando Pat vai morar com seus pais após sair da clínica psiquiátrica. Nesse período em casa, ele precisa tomar muitos remédios e acaba desenvolvendo uma intensa mania de fazer exercícios. Ademais, a relação com o pai é muito complicada. Aos poucos Pat precisa se conectar com seus pais, com seu irmão, com seus amigos e com seu novo terapeuta.

Pat é o personagem mais incrível do livro, pelo simples fato de ser o mais otimista de todos. A priori, Pat deveria ser o mais deprimido, pessimista ou com desejo de acabar com a própria vida, entretanto, Pat tem um objetivo muito claro e definido que é de reatar com a esposa após o fim do “tempo separado”, como ele define. Esse objetivo faz com que Pat acredite que tudo vai ficar bem.

A frase mais genial do livro e muito repetida por Pat é a seguinte: “Estou praticando ser gentil, invés de ter razão”. Tentei levar isso para minha vida.

Imperioso destacar outros personagens do livro, como a mãe de Pat que é amorosa e muito dedicada, ou seja, uma MÃE com toda a propriedade que essa figura representa. O terapeuta do Pat é sensacional e a própria Tifany que duela com Pat em excentricidade.

Talvez você deixe passar o fato de ver o filme, mas não deixe de ler o livro! 😛