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Salve salve, pipoqueiros. Fomos abençoados logo na primeira semana de janeiro com a adaptação do romance de Bram Stoker produzido pela BBC com parceria da Netflix. Estrelado pelo maravilhoso Claes Bang e a fantástica Dolly Wells, Drácula tem três capítulos de 1h30 de duração cada, basicamente três contos que se unem.

Poster da BBC/Divulgação

Sou particularmente suspeita para falar do livro porque é um dos meus favoritos da vida. Então sim, vou fazer comparações do Livro X Minissérie. Na parte com spoilers eu específico melhor.

Comecemos do original.

Jonathan Harker é um jovem rapaz corretor de imóveis que é solicitado para viajar até a Transilvânia a convite de Conde Drácula, que aparentemente quer se mudar e precisa da ajuda de um profissional. Jonathan deixa em Londres sua noiva, Mina, e vai até a moradia do Conde. O rapaz vai descobrir da pior forma quem é o homem que o convidou para entrar.
O livro todo é narrado em cartas, ou seja, sabemos dos pensamentos de vários personagens.
Em paralelo a isso, Mina o aguarda com a promessa de um casamento. Com a amizade de Lucy e seus pretendentes, ela escreve várias cartas contando o dia a dia delas para o seu amado.

Versão da Editora Nova Fronteira

Já na minissérie temos quase a mesma sinopse.
Na primeira parte temos o relato de Jonathan, ele está em um convento e com a ajuda das freiras ele começa a se lembrar do tempo em que viveu com o Conde.
Essa parte foi bem fiel ao livro, quando nos mostrou o relacionamento dos dois.

Jonathan e Drácula
Imagem da BBC e Netflix/ Jonathan e Drácula

A segunda eu considero um gancho (bem forçado) para a terceira e última parte. Foi mais um buraco onde quiseram preencher para “passar o tempo”, onde o Drácula vai descrevendo suas aventuras para Ágatha até chegar em Londres.

E a terceira parte, a resolução da história, se passa mais de cem anos após a segunda parte, nos dias atuais.

Uma adaptação que vale muito a pena assistir. Uma releitura incrível e com uma fotografia linda.

OBS: você pode se apaixonar pelo humor ácido do Lorde das trevas.

Imagem do Marketing da minissérie.

Aviso: Spoilers!!!

Senti muito a falta da Mina. Poderiam ter colocado ela na segunda parte ao invés da viagem do Conde. Mas eu entendo que quiseram criar uma conexão da Agatha e o Drácula.

Amei a imagem da Agatha Van Helsing como freira e desacreditada da própria fé.

A terceira parte foi o grande divisor de opiniões. Eu curti muito de como eles pensaram no Drácula nos dias de hoje. Ele caçando no Tinder é a melhor forma de inseri-lo nos aplicativos.

O final foi bem filosófico e digamos que poético também (nada contra).
E a imagem de Lucy sendo bem superficial não me afetou, no livro eu também a achei meio fútil.
Uma pergunta: Netflix e BBC, por que colocaram uma Lucy sem a sua Mina? Poxa, crush.

Até a próxima.


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