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Essa sou eu de novo, escrevendo sobre mais uma série da Netflix e chorando com o coração tocado.

Fugi de Samantha e corri para um roteiro inspirado em um livro que conta a história de um gay com paralisia cerebral, e as mentiras contadas por ele para sobreviver.

Vamos simbora mergulhar em ‘Special’? Mais uma produção da Netflix. #fui

Em meio a tantos lançamentos, ‘Special’ ficou perdido no cantinho, tratado apenas mais uma série em seu catálogo extenso. #vacilou
Perdeu de divulgar uma série boa demais hein Netflix?! Mas é aquele ditado que nem é um ditado, não divulgou, porém não errou.

Em oito minutos de série, eu juro, contei, os personagens já foram apresentados como um desenho, feito com um pincel bem fino e minimalista. Nosso protagonista Ryan interpretado por ele mesmo, traz para série a realidade de um gay com paralisia cerebral, do jeito que ela pede: leve, piadas bregas, mas que funcionam. E 0 eu disse 0 de romantização sobre a PC (paralisia cerebral).
#LindodeSeVer

Agora tem muito amor!
1. Relação familiar
Explorada não apenas pelo lado do apoio infinito da mãe (Karen), interpretado pela Jessica Hecht. Mas também pela vertente de dependência de Karen e como sua vida gira em torno do Ryan. A relação é emotiva, sincera, só que como qualquer outra passa por dificuldades e essa dificuldade que lhe emociona e lhe faz sorrir.

Não basta só amar ao próximo, ame a si! Essa é a mensagem da série e que Kim (Punam Patel) carrega como lema.

2. Amor próprio
Apesar de ser idolatrada entre as colunistas, Kim, a rainha (deve ser leonina) do ego bem construído, possui fraquezas. E mostra que até mesmo a mais empoderada das mulheres, ainda se sente frágil ao viver em uma sociedade patriarcal e ditadora da beleza. Quantas mentiras devemos contar para estarmos bem com nós mesmas?!

Isso me lembra do amor que se chamar de amor vou ser kitsch (brega), o sexo.

3. Sexo (amor)
Nunca assisti nenhuma produção audiovisual que tratasse com tanta delicadeza (a palavra da série) o relato do sexo com uma pessoa portadora de deficiência. É revigorante a quebra do misticismos, dois em um, pois o sexo anal ainda é um tabu. E no final, a frase de Ryan no final da experiência diz tudo ‘Sexo anal é incrível!’.

Outro atrativo da série é seu tamanho super curto, no máximo 15 minutos que passam voando. Nem dá vontade de responder o crush no wpp. E combina demais com uma tarde tranquila de maratona, sozinho ou com quem você quiser!

Empatia, quebra de preconceitos, empoderamento, leveza, comédia, drama e um final não tão feliz assim, resume ‘Special’, que após alguns cancelamentos, como Sense8 e One Day at a time, reanima o espaço LGBTQ+ na Netflix.


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Nyu Melo

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