Salve salve, pipoqueiros ! Hoje teremos a resenha do filme novo do Rambo !

Você acha sinistra as mortes do Premonição ou jogos mortais? Então é porque não assistiu ao novo Rambo: Até o Fim!
Depois de quase 40 anos do primeiro Rambo, Sylvester Stallone (no auge dos seus belos 74 anos!) nos introduz novamente ao personagem e nos deixa bem claro: ELE NÃO MUDOU!
Nesse novo filme da franquia ele nos apresenta a um John Rambo mais velho, maduro e com vínculos familiares forte. Aparentemente com uma vida tranquila, mas ainda com temores e pesadelos de um passado não tão distante.
Sua sobrinha, Gabrielle, decide investigar onde está morando o verdadeiro pai por quem foi abandonada ainda criança. Mesmo com as advertências do tio, ela vai sozinha para o México e acaba sendo encurralada por traficantes de mulheres. Submetida a vários tipos de atrocidades ela é obrigada a continuar vendendo seu corpo, até que Rambo fica sabendo de seu paradeiro e vai correndo para encontrá-la. Essa é a premissa da história e todos nós sabemos que se mexeu com Rambo, mexeu com o diabo.

Sinceramente, eu sai do cinema com o estomago embrulhado.

Não é um filme para quem é sensível porque as mortes parecem MUITO reais, eu inclusive pesquisei para ver se o atores estavam vivos (E estão, UFA!). O Filme é bem construído, com um comecinho relax, o meio com muita adrenalina e um final eletrizante onde você fica sem ar! Ele tem um enredo isolado, não precisa necessariamente ver os filmes anteriores, mas eu recomendo vê-los para se prepararem para o pior. Não é nada comparado aos outros da franquia, existe uma carga emocional muito forte e cenas onde não se pode piscar, porque vai perder muita coisa.

Na minha humilde opinião, esse poderia ser o final dessa série. Mas o titio Stallone deixa dúvidas!
Não é um filme fácil, não vá pensando em encontrar um John Wick porque é muito mais grotesco, mais sangrento e carrega um peso dramático enorme. Todos nos sabemos que Stallone não é o melhor ator do mundo, mas ele com certeza passa uma sinceridade e em todos os momentos conseguimos ter uma empatia pelos motivos (sangrentos) dele.

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