Olá pipoqueiros, turubom?

Vamos papear sobre uma autora que já tá ocupando um espaço grande na minha estante, de tantos livros que tenho dela.

O livro

A parceira Intrínseca enviou o livro Com amor, Creekwood para nossa coleção. E preciso dizer, mais um livro com diagramação impecável para meu toc literário.

A obra é uma espécie de finalização dos personagens de Com amor, Simon e Leah fora de sintonia.

 

Simon e Blue

Simon e Blue estão distantes, cursando faculdades há 189,1km de distância um do outro. Os emails entre eles são cheios de saudade e muito muito amor. Gente, em alguns momentos parece até que cai açúcar do livro. haha é meloso o casal, meodeos. Embora sem amem para todo o sempre, há o conflito interno sobre com vão fazer com a distância e como vão lidar com as visitas cada vez mais curtas. Há também uma interação entre eles e os amigos.

 

Abby e Leah

Já o “meu casal”, Leah e Abby vivem no mesmo alojamento, no mesmo quarto. E mesmo com toda essa proximidade, as duas enviam emails entre si, contanto o que estão sentindo e lidando com a falta de coragem de dizer a famosa palavrinha que começa com A. Se eu achei Simon e Blue melosos, aqui eu fiquei diabética. Amo a Leah, mas minha nossa senhora da diabete.

 

Personagens

O livro é super curtinho e rápido de ler. Fluiu em uma hora e consegui ter uma noção de como estavam todos os amigos. Inclusive a Starr (de O ódio que você semeia) e a SJ (de Cartas para Martin) aparecem rapidamente aqui. Mas é apenas uma menção, já que aparentemente as duas são primas de algum grau do Blue. A noção do que cada um está fazendo e a interação entre eles por mensagens torna o livro ainda mais fluido.

 

Minha opinião

Embora eu ame a escrita da autora e o universo Simon no geral, achei o livro quase “passável”. A sensação é de que eu poderia ficar sem essas informações. Mas mesmo assim, é um livro bom, bem no estilo da autora. Não tem nenhum grande plot nem nada parecido, não acontece nada tão relevante, é mais um diário contando o dia a dia de cada um, conversando entre eles.

 

No mais, vale a pena finalizar a “série”, já que chegamos até aqui, não é mesmo? A relação á distância e no mesmo quarto, a descoberta dos sentimentos mais fortes e os pensamentos sobre casamento e “resto da minha vida”, são reais e estão ali.

Fica meu apreço pela Becky mais uma vez, por tanta representatividade numa obra tão pequena. Precisamos disso, cada dia mais.

 

Nos vemos em breve…

 

 

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