Olá pipoqueiros e crepusculetes do meu coração… vocês estão bem?

Eu demorei a vir falar desse livro, embora tenha me alimentado dele por uns 3 dias. Com mais de 700 páginas, a nossa parceira Editora Intrínseca arrasou nesse lançamento simultâneo. Sol da meia-noite é o quinto volume da saga Crepúsculo, da autora Stephenie Meyer. Lançado em 4 de agosto no mundo todo, eu acho que só não estava mais ansiosa porque não tinha como. Então vamos falar dessa história, né?

Bom, para começar, estamos vendo os acontecimentos do primeiro livro da saga – Crepúsculo. A diferença é que estamos lendo tudo na perspectiva do Edward (temos team Edward por aqui?).

Eu sou completamente devota dos Cullens, então não tem nem muito o que falar, né?

O livro conta como o Edward se sentiu quando conhece a Bella e como a vontade de matá-la era extremamente forte. Todos os anseios dele com o cheiro dela, a curiosidade por não ouvir sua mente e o fato dela parecer tão interessada quanto. Isso tudo nos remete à Forks, há mais de 10 anos. Eu me senti uma jovenzinha novamente. Não tem muito o que falar de uma obra que todo mundo conhece, né? A história em si não é nenhuma novidade. Uma humana bem comum, desastrada, que se depara com um vampiro bonitão e se apaixona. E claro, ele se apaixona ainda mais. Quem não ama uma boa história de amor?

Bella Swan

Aqui a gente tem pouca visão dela, já que o livro é sobre ele, mas é divertido de ver as ações da Bella pelos olhos do Edward. A interação dela com os pais e, principalmente, a relação de cuidado dela com a mãe… Tudo fica muito explícito aqui. Inclusive para entender a personalidade da personagem.

Alice Cullen

Gente, COMO NÃO AMAR A ALICE? A personagem é tão presente quanto o irmão dela. Às vezes parecia até que estávamos lendo um livro sobre ela. Achei tão incrível porque eu sou apaixonada nela. E ela é maravilhosa.

A repetição

Em alguns momentos ficamos cansados do dilema do Edward. O medo de matar a Bella, a vontade de fugir dela, o sentimento de posse e de novo, o medo de matar a Bella. Isso às vezes dá vontade de socar a cara dele na parede, mas como sabemos que não iria causar nada, ficamos na vontade. MAS, é super compreensível esse fator. Eu entendo o Edward como um cara que passa o tempo inteiro ouvindo a cabeça de todos, tentando unir sua personalidade com as coisas que acredita e, sentir todo esse amor pela primeira vez num século inteiro, deve ser bem caótico mesmo!

As cenas

O que mais amei nesse livro foi a visualização completa que tive. Parecia que eu tava vendo um filme na cabeça, até as caretas dos personagens. Eu conseguia imaginar tudo, a camisa que eles usavam, as vozes… Muito divertido ler assim. A escrita da autora está maravilhosa, como sempre. E há boatos de novos livros e estamos surtando sim.

O livro

O livro conta as principais partes, com muito mais vozes do que o primeiro. Sol da meia-noite nos mostra ainda mais, como a chegada do Edward em Phoenix, a fuga dele para despistar o James, A relação dele com Rosalie e Alice, o carinho dele com Carlisle… Eu confesso que tive que ler devagar porque ficava com a sensação de abandono que o livro já estava me causando. Aquela sensação de que nenhum livro será capaz de fechar o buraco imenso dessa leitura, sabe? Eu amei mesmo, de verdade.

No mais, espero que leiam e aqueçam esse coração crepusculete de vocês, que bate (ou não, né?) por ai. Que venha mais obras, quero as mentes de todos, quero livro do Jacob, da Alice, do Carlisle, de quem ela quiser escrever. Pode vir, tia Steph.

E para quem ainda não leu, SE JOGA. Vale a pena e a edição está linda. A capa com a romã, super explicada durante a obra, a diagramação maravilhosa e o encaixe perfeito com as obras anteriores na estante. O coração de uma colecionadora de livros até perde uma batida.

Se joga em Forks comigo e depois me conta o que acharam. Não vejo a hora de bater um papo com vocês. Já estão no instagram, né?

Nos vemos em breve.

 

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