Salve salve, pipoqueiros!

Acabei de ler o segundo livro da trilogia O Legado de Orisha e estou no surto para ler o terceiro volume. A editora rocco nos mandou ano passado essa belezura de livro e já fui correndo achar o e-book na Amazon o Filhos de sangue e osso para poder finalmente iniciar essa jornada.

E graças aos Deuses, ou melhor, à Dona Rocco, esse ano recebemos o primeiro volume e completaremos a coleção dos livros físicos!

Primeiro de tudo, aqui conterá spoilers do primeiro livro, ou seja, não leia caso ainda não tenha terminado o anterior. Ou se você quiser mesmo assim e tiver curioso para saber sobre a minha opinião.

Filhos de virtude e vingança começa exatamente da onde termina o Filhos de sangue e osso. Zélie acorda depois do confronto para restabelecer a magia para todos os majis, mas o que ninguém esperava era um novo seguimento de pessoas super poderosas surgindo.

Tîtán são pessoas caracterizadas pela única mecha branca que, após a retomada da magia, conseguiram pegar um pouco desse poder dado aos majis. Lembra que o Inan também tinha essa mecha? Então, agora são centenas (ou milhares) de pessoas que viram suas vidas mudarem da noite pro dia com esses dons.

Amari agora é uma tîtán também. Com a magia circulando normalmente por Orisha, um grupo rebelde de majis assumem a oposição ao trono. O Iyikas lutam contra a monarquia para obter o direito de assumir o poder e finalmente dar fim a essa guerra que já tirou vidas de muitos inocentes.

Agora Zélia, Amari e Tzain precisam decidir qual caminho percorrer. Amigos do passado retornam, aliados inesperados se juntam à rebelião e um amor bipolar paira no ar.

Eu gostei muito desse segundo volume, mas continuo achando que o primeiro é mais bem descritivo. Aqui temos muitas cenas de ação, do tipo que não da para piscar que já acontece uma explosão!

Tive a impressão que a Zélie se perdeu em muitas tomadas de decisão, deixando levar pelos ânimos dos majis e Tzain ficou MUITO apagado. A verdadeira protagonista dessa história foi a Amari. Amari foi coerente até a metade do livro e se mostrou extremamente forte. É o amadurecimento mais bem construído até agora.

Inan deixa a desejar como sempre. O reizinho também perdeu o protagonismo se calando perante a mãe e aos soldados. Ele foi a minha maior decepção de longe desse volume. Roen, o mercenário que ajuda o clã de Zélie é a maior surpresa positiva daqui, onde ajuda os majis e põem na mesa todas as sus convicções.

Só digo uma coisa, aqui é um telefone sem fio que poderia ter sido resolvido com uma longa conversa. É uma briga entre a corte e os rebeldes, ao meu ver, sem cabimento. E como sempre Inan é um cara que parece que não tem palavra com as promessas. Ele deixa a onda o levar e quando vê, está lá no meio da confusão.

Deixando isso tudo de lado, eu gostei muito mesmo do livro. Não perdeu o ritmo e novas reviravoltas surgiram para deixar mais um clima de tensão no ar. Muitas ações não pensadas destruíram laços que nem mesmo eu poderia prever. Foi emocionante.

Ainda não temos data de lançamento do terceiro volume, nem em inglês. Vamos ter que aguardar um pouquinho para chegas as prateleiras.

Até a próxima!

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