Salve salve, pipoqueiros! Hoje teremos os prós e contras da adaptação de Boy Erased para as telinhas !
Vamos conhecer Garrard Conley, autor americano e conhecido por ser ativista dos direitos LGBTQI+, que aos seus 19 anos escolheu passar pela famosa “Cura Gay” na instituição Amor em Ação (Que de amor não tem nada) e nesse livro ele vai nos contar todas as suas experiencias e angústias.
Adaptado aos cinema em 2018 e censurado em vários estados americanos e em inúmeros países (inclusive no Brasil). Ele foi bastante criticado e ao mesmo tempo elogiado pela sua coragem em denunciar esses tipos de “programas” que ainda existe em inúmeros lugares.
Nesta Biografia dividida em: antes do programa de reorientação sexual, durante a estadia no Amor em ação e depois de abandona-lo, Garrard nos conta o porquê de ter escolhido vivenciar aquilo tudo. Com o pai pastor e a mãe extremamente devota, o jovem foi incentivado a ser aquele cara certinho, com a namorada perfeita e já encaminhado a seguir o caminho de Deus. Mas ele sabia que era diferente e não queria decepcionar a família.

PODE CONTER SPOILER
Sobre a adaptação cinematográfica, ele resume bem o livro e os pontos altos foram: a discussão que Garrard teve com o líder do Amor em Ação (logo no finalzinho), os trabalhos que ele era submetido a fazer (Investigar a vida dos familiares para montar um genograma) e o bom relacionamento com a mãe. Senti a falta de alguns personagem que foram essenciais para vida do Garrard e não participaram do filme como por exemplo os amigos de faculdade Charles e Dominique. Gostaria também que tivessem dado ênfase no relacionamento dele com a Chloe (a namorada do começo do filme). Outra cena que foi adaptada mas que no livro tem uma carga emocional gigantesca foi a Mae buscando-o na faculdade depois da denuncia que o rapaz faz por telefone e ele acaba se assumindo ser gay.
Assistam o filme, vale super a pena !!

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