Salve salve, pipoqueiros!

Recebemos a prova antecipada do lançamento de janeiro de 2021 da editora paralela. O impulso leva um tema forte e polêmico e é a aposta da editora para o começo do ano. O livro de estreia da canadense Ashley Audrain é encantador de tão bem escrito, um livro para se ler em uma tacada só.

Blythe é a nossa narradora e logo no começo sabemos que ela já está separada do marido e que há algo de errado em sua filha mais velha. A nossa protagonista vai nos contar quando e como conheceu Fox, em sua juventude, e o que a levou a estar agora parada em frente a sua casa observando a sua nova vida.

Há algo bizarro em Violet, filha do casal. Blythe sempre notou algo de diferente no jeito de olhar, nas conversas e a nas atitudes de sua filha. Tudo se acalma com a vinda de Sam, seu segundo filho. Nessa época Violet já tem lá pros seus cinco anos e ama seu irmãozinho mais novo. Até que um acidente terrível marcar o fim de uma era “pacífica” na vida dessa família.

Alguns flashbacks trazem para o leitor o passado da avó de Blythe, Etta, e da mãe, Cecilia. Elas são peças fundamentais para sabermos como foi a infância da nossa narradora e de como que essa criação influenciou certos comportamentos dela.

Com esses modelos de maternidade duvidosos, Blythe quer a todo custo mudar e se tornar uma mãe melhor do que a dela própria. Ela busca essa mudança. Acontecimentos estranhos a rodeiam e questionamentos começam a ser levantados.

A hype está nas alturas com essas provas antecipadas rolando pelo feed do instagram. Participamos também do esquenta que teve com a editora e amamos a premissa. A maternidade e a criação dos filhos sempre serão assuntos e, consequentemente, uma baita polêmica.

Sinceramente, eu não me impressionei lendo. Logo na sinopse já deduzi alguns gatilhos que provavelmente teriam e não me arrebatou. Achei sim a história muito boa, a construção dos personagens é ótima, incluindo os que apareceram na metade do caminho. Fox é um babaca e Violet é assustadora. Mas nada que eu já tenha ouvido ou lido a respeito.

Como disse lá no começo, a autora escreve maravilhosamente bem. Dá pra terminar o livro em um dia (dois no máximo) de tão bem escrito. Ele prende mesmo.

Vamos ficar de olho nessa autora!

Até a próxima!

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